Claro. Para uma matéria de site, eu deixaria **mais enxuto, direto e com gancho**, mantendo as informações centrais: A Polícia Federal pediu, em 2025, ao Supremo Tribunal Federal (STF), o afastamento do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), e autorização para busca e apreensão. As medidas fazem parte da Operação Overclean, que investiga suspeitas de desvios de recursos públicos. O pedido de afastamento, porém, foi negado pelo ministro Kassio Nunes Marques. A investigação também envolve ACM Neto, apontado pela PF como líder da organização criminosa. Segundo as investigações, Bruno Reis mantém uma sociedade com o empresário Samuel Franco, o “Samuca”, apontado como um dos operadores financeiros do esquema e ligado a José Marcos de Moura, o “Rei do Lixo”. A relação também envolve um imóvel de luxo na Península de Maraú, registrado em nome de Samuca, mas que, segundo relatos obtidos pelo Metrópoles, seria utilizado pelo prefeito. Bruno Reis já se referiu ao empresário publicamente como um “irmão que a vida deu”. A ligação com o grupo investigado também passa por contratos de coleta de lixo em Salvador. Em 2018, durante a gestão de ACM Neto, quando Bruno Reis era vice-prefeito, um consórcio ligado a Moura venceu uma licitação de R$ 85,5 milhões. Segundo relatório da PF, divulgado em setembro, ACM Neto teria exercido papel de liderança na organização investigada. A PGR considerou consistentes os elementos reunidos sobre materialidade e autoria dos crimes.
